Segundo a ANA, o foco principal do pacto é o monitoramento dos recursos hídricos e o fortalecimento da regulação, governança, instrumentos de gestão e conhecimento sobre o tema. “É uma resposta proativa às preocupações crescentes com a escassez de água e a necessidade urgente de uma gestão mais eficiente e sustentável”, destacou o diretor-presidente interino da ANA, Filipe Sampaio.