No dia 26 de janeiro de 2024, uma reunião ocorreu na sede do INCRA em Rondônia, no município de Porto Velho, onde foi ofertada a área da empresa Company Reflorestamento Ambiental de Rondônia. Estiveram presentes o representante da companhia, Handerson; o superintendente do INCRA do Estado de Rondônia; o superintendente do MDA do Estado de Rondônia; e as partes interessadas, incluindo a agrovila Terra Nova de Porto Velho, Rondônia. Representando parte das pessoas que estão em área de conservação ambiental criada no governo Confúcio Moura, estas situadas no distrito de Rio Pardo, onde se dirigiam trabalhadores rurais e foram emboscados por várias pessoas armadas com a intenção de matá-los. Segundo o relato do senhor Derval de Cacaulândia, "nós só não morremos porque o ativista agrário Terrinha chegou". Ao chegar no local, Terrinha deparou-se com um vereador de Porto Velho entrando rapidamente em sua caminhonete e saindo, evadindo-se do local. Mesmo acuado por várias pessoas armadas, afirmaram que iriam tirar sua vida, porém, graças a Deus, nada aconteceu com o ativista Terrinha de Rondônia, que vem desempenhando seu papel social há 22 anos no estado. Um boletim de ocorrência foi registrado com o número de protocolo 2004/0013 6161-2, e uma denúncia foi feita no Ministério Público Federal do Estado de Rondônia ao procurador federal. Espera-se que os conflitos agrários no estado de Rondônia sejam resolvidos. É importante ressaltar que, pela nova lei de crimes dolosos, aqueles que tentarem ou matarem um ativista serão julgados pelo Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia ou outros, com pena de até 29 anos de prisão.
Fot Felipe Barros
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