Desde o início da guerra entre Israel e Hamas, em 7 de outubro, o Exército israelense efetuou operações em diversos hospitais do território palestino, interrompendo o atendimento médico em diferentes cidades. Palestinos retiram corpo de familiar morto em bombardeio israelense do necrotério do Hospital Al Shifa, em Gaza, no dia 15 de março de 2024 Ganhe até R$ 8.000 + 200 rodadas grátis
AFP
O Exército de Israel pediu nesta segunda-feira (18) à população civil que abandone "imediatamente" a área do hospital Al Shifa, na Cidade de Gaza, cenário de bombardeios desde o amanhecer.
"Para sua segurança, deve-se abandonar imediatamente a área, tomar a estrada da costa em direção ao sul, até a zona humanitária de Al Mawasi", no sul da Faixa de Gaza, afirmou um porta-voz das Forças Armadas em uma mensagem em árabe na rede social X.
Testemunhas afirmaram à AFP que panfletos com esta informação foram lançados na área.
Os combates começaram durante a madrugada nas imediações do hospital. Em um comunicado, o Exército anunciou uma "operação antiterrorista na área do hospital Al Shifa".
"Nas últimas horas, os soldados identificaram terroristas atirando contra eles a partir de vários edifícios do hospital. Os soldados responderam aos terroristas e atingiram vários deles", afirmou o Exército.
Segundo os moradores do bairro de Al Rimal, onde fica o hospital, mais de 45 tanques e veículos blindados de transporte de tropas entraram na área do centro médico.
Desde o início da guerra entre Israel e Hamas, em 7 de outubro, o Exército israelense efetuou operações em diversos hospitais do território palestino, interrompendo o atendimento médico em diversas cidades de Gaza. O governo israelense acusa o movimento islamista palestino de utilizar as instalações médicas como centros de comando.
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